O começo…
“O Anjo do Senhor anunciou a Maria, e ela concebeu do Espírito Santo.
Eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a vossa palavra.
E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós”.
O anjo Gabriel aparece à Maria e anuncia que ela será a Mãe do Salvador. Apesar do espanto, ela aceita cumprir seu papel. A partir daí, o seu, sim, terá o poder de mudar a história da humanidade.
Maria vai então visitar e ajudar sua prima Isabel que, em idade avançada, está grávida. O encontro das duas futuras mães é pleno de alegria e louvor. Isabel, cheia do Espírito Santo, reconhece Maria como a “mãe do Senhor”. Em resposta, Maria canta o Magnificat, um cântico de louvor e gratidão a Deus por Sua fidelidade e poder.
O nascimento de Jesus é um momento central na história da salvação. Maria, com José, viaja para Belém, onde Jesus nasce em um estábulo.
Nas Bodas de Caná, Nossa Senhora se destaca como intercessora. Quando o vinho acaba, ela, atenta às necessidades dos outros, recorre a Jesus, dizendo: “Eles não têm mais vinho.” Embora seu Filho inicialmente responda que ainda não chegou a sua hora, Maria confia que Ele agirá.
A última presença de Maria no Evangelho é descrita por João e acontece durante a crucificação de Jesus. Maria se encontra aos pés da cruz, testemunhando a dor e o sofrimento de seu Filho. Nesse instante, Jesus a entrega ao discípulo amado, dizendo: “Eis aí tua mãe.”
Com essa declaração, Maria se torna mãe de todos os discípulos, assumindo seu papel como mãe espiritual da Igreja e de todos os cristãos. Este momento revela não apenas o profundo amor de Maria, mas também sua missão de cuidar e interceder por todos nós.
